Vestindo Moda

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Vestindo Moda

A moda é derivada do diferente, do inusitado e do momento. A moda propõe mudanças periódicas no todo das vestes, e/ou nos detalhes, e/ou nos adereços. Somam-se a ela, o gosto particular, do estilista e as manias grupais.
A moda individual, uma maneira particular de usar as roupas, por proteção, pudor ou decoração, mostra o modo de pensar, de proceder e de viver do personagem. Alicerçada no material disponível ou na maneira de vestir ditada por pessoas importantes, ou costureiros, ela interpreta o desejo de ser diferenciado do grande público, mostrando a personalidade de quem a veste.
Enquanto os figurinos cultuam um passado, uma história, um visual duradouro, a moda cultua o curto tempo, adotando o inédito, o transitório, o breve, o fugidio, o não perene. “A moda se contrapõe aos costumes”. M.G.Tarde, sociólogo francês, em 1904 em Les Lois de Limitation (Ed. Felix Alcan).
Moda, do latim mudos, significa uso, maneira, jeito, gosto, vontade. Ela se compõe de estilos, em geral passageiros, e é mais inerente ao vestuário e ao embelezamento. Analisada como um fenômeno sociocultural que expressa os usos de um determinado lugar, tem o estilismo e o design como elementos integrantes. Hoje a moda e o design interagem em outros elementos da vida cotidiana como, por exemplo, na engenharia e na arquitetura.
A moda determina mudanças mais rápidas do que o trajar tradicional, e o indivíduo que a usa tem um comportamento em que distinguir-se do outro é relevante. O fato de não manter um modo característico de vestuário, isto é, de não usar um figurino tradicional, ou de não sustentar a diferença de roupagem como a identidade de um lugar, surgirá nas gerações em que o fato histórico é deixado de lado, dando lugar ao ser diverso, ao ser moderno – questões da moda.
A moda é um fenômeno cultural possuidor de simbolismo e significado a cada população. Por meio dela, aparecem os aspectos históricos, econômicos, etnológicos e tecnológicos de uma determinada época. Junto à tecnologia refletem-se, também, a liberdade na maneira de vestir e outras facetas do ser humano, como a busca pela individualidade e a necessidade de integração social.
Muitos autores descreveram em seus livros o estudo do vestir. Várias sociedades e várias épocas são por eles mostradas, em aquarelas e em telas a óleo. Entre eles está Auguste Racinet, que talvez tenha sido o mais importante ilustrador da moda. Seu trabalho The Historical Encyclopedia of Costume, editado primeiramente entre 1876 e 1886, num formato de vinte fascículos e, depois, em 1888, em seis volumes, que somados deram duas mil páginas, foi embasado em relatos e pinturas feitas anteriormente. Sua dedicação foi ao extremo mostrando em gravuras, feitas por vários pintores, e em longas descrições, o quanto a maneira de vestir através dos tempos foi se modificando. Foi o primeiro livro editado em cores sobre o assunto.

PRÓLOGO

DITANDO MODA
• EUROPA
• CENTRO E SUL DO BRASIL

VESTINDO A TRADIÇÃO – RIO GRANDE DO SUL
• GAÚCHO
• CAXIAS DO SUL – IMIGRANTE ITALIANO
• AVENTAL
• SAIA E CASAQUINHO
• SAIA E BLUSA
• BATA
• VESTIDO
• COMÉRCIO DE TECIDOS E ROUPAS / INDÚSTRIAS LOCAIS
• CAXIAS DO SUL – FESTA DA UVA

VESTINDO MODA – CAXIAS DO SUL 1930/1970
• DIA A DIA E LAZER
• FORMANDAS
• GALA E DEBUTANTES
GAZZANA / CORINA / LOLLA / MARTHA
• NOIVAS

VESTINDO MODA – COMPLEMENTOS E ACESSÓRIOS
• CABELOS
• CHAPÉUS
• SOMBRINHAS, LEQUES E LUVAS
• SAPATOS E BOLSAS
• JÓIAS
• PEÇAS DE MUSEU

VESTINDO MODA – CATÁLOGOS
• LONDON PARIS N0 57, 1942
• LONDON PARIS N0 58, 1943
• NATIONAL BELLAS HESS, 1955
• LANA LOBELL, 1957

BIBLIOGRAFIA

CRÉDITOS


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