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PONCHOS

Na América do Sul, os povos primitivos do Peru criavam alpacas e lhamas, que lhes proporcionavam a lã para tecer. Na América Central, do México à Costa Rica, o fio de algodão foi bem tecido desde 2000 a.C. O oficio desses povos, cumpridas suas tarefas diárias, era o de fiar e tecer. Nas culturas de 2500 até 1900 a.C., os tecidos se caracterizavam por serem feitos em tear. É nesse período que o algodão é domesticado, e os desenhos de entrelaços são introduzidos na tecelagem.

Os tecidos da costa sul-americana que datam de 1000 a.C., eram de excelente qualidade e de riquíssimas cores. Sua trama fina era feita em algodão, por vezes misturadas a outras fibras mais macias tanexadas à mão, sem ajuda do tear. O processo propiciava a criação de padrões mais sofisticados, e a simbologia era vibrante, desde aves de rapina, serpentes e peixes, até seres humanos estilizados, documentando dessa forma, seu primitivismo.

Na cultura Chavin, às margens do rio Mosna, tributário do Rio Maranhão, na serra Norte do Peru, a uma altitude de 3.317m sobre o nível do mar, nos anos entre 1150-327 a.C., os têxteis eram bem elaborados, mas o tempo e o clima prejudicaram a sua conservação que se tornou quase nula. Alguns poucos exemplares da costa, do Vale do Supe, mostram tecidos com desenhos de condores e de felinos. Alguns estudiosos, baseando-se nos pedaços de algodão encontrados nas Tumbas Chavin de Ocucaje, afirmam ter havido, também e nessa época, a pintura sobre tecido.

Recebe o nome de Cultura Chavin a civilização que se desenvolveu no norte do Peru entre 1500 a.C. a 300 a.C. Essa antiga sociedade é ainda apontada como um dos conjuntos embrionários das atuais civilizações andinas do Peru, ainda que descobertas arqueológicas recentes mostrem que a cultura Caral seja mais antiga.

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